sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Um Dia de Graça

Era uma vez um menino que chegou em 2015 em uma sala de aula da educação infantil e não conseguia expressar seus sentimentos , não sabia sorrir, não sabia brincar sem machucar, não respeitava ninguém, agredia verbalmente e fisicamente as pessoas, de certa forma não sabia se relacionar harmoniosamente com o mundo a sua volta, e por isso todos no ambiente escolar o consideravam uma criança difícil, inclusive sua família e eu. Mas como pode uma criança de 5 anos crescer assim? Pra mim não pode! Então iniciado o ano letivo em fevereiro deste ano pensei: "- É isso que eu tenho pra encarar em 2016??? Se não tem outro jeito, vamos trabalhar..." Segundo o Evangelho, Deus não nos dá uma cruz maior do que possamos carregar e devemos amar nosso próximo como a nós mesmos. 

Então tenho uma sala de aula com 35 crianças
matriculadas, e parece que todos os anos tem um, ou dois que são a missão do ano! Sem deixar de dar aos outros 34 a atenção que cada qual merecia, encarei esse menino como quem assume uma missão impossível!!
Então foram dias e mais dias rotineiramente de conversas, orientações e reflexões com o meu amigo,  minutos e minutos de paciência, de disciplina, de broncas, "castigos", bilhetes na agenda, dias de orientação familiar ( e graças a Deus os pais foram parceiros e seguiram minha cartilha do bem ) e acima de tudo segundos e segundos de muito, muito amor e respeito com ambos, aluno e família. Então ao final do primeiro semestre meu corpo já dava sinais de cansaço! Então após o recesso, me dei conta do quanto me desgastei emocionalmente e fisicamente, mas não me rendi. Em agosto, busquei ajuda de profissionais da área da saúde, e por que não dá espiritualidade também... E renasci das cinzas do meu cansaço, já acumulado do ano anterior.

Hoje ao chegar na sala de aula, faltando 20 dias para o final do ano letivo, fui recebida com um abraço ( na verdade isto acontece todos os dias porque meninos e meninas adoram abraçar a professora), mas hoje não foi qualquer abraço... Foi um abraço especial e totalmente gratuito e que eu nunca recebera antes, mas ansiava por ele. Um abraço sem nenhuma expectativa, sem esperar nada em troca. Foi um abraço de carinho, de satisfação pela minha chegada, foi um abraço com respeito e gratidão, foi o abraço de um menino feliz, que sabe que não falta muito tempo para a hora de nos despedirmos... Um abraço de um menino que sabe que cresceu, e ainda poderá crescer muito mais! E que pode escolher entre o bem e o mal, e que pode escolher ser feliz, mesmo diante de tantas coisas infelizes que surgem na vida da gente.

Como eu sei que um abraço continha tudo isso? Sei porque meu foco é a alma, sei por causa da energia que me envolveu aquele abraço singelo acompanhado de um sorriso maroto, o qual demorei 4 meses de convivência para conhecer! ( Só em maio) Estranho, né? Porque uma criança de 5 anos costuma sorrir com muita frequência. E confesso que eu esperava muito mais que um sorriso... Eu esperava, pacientemente e sem muita expectativa, pelo dia que eu ganharia um abraço. 

Quando enfim, me senti satisfeita com o trabalho realizado com aquela criança, digo satisfeita por sua mudança comportamental, sua socialização, suas palavras de cortesia. ( É fato que meu amigo ainda comete uns deslizes aqui e outros ali, mas agora é "arte" e não mais maldade ). Quando eu já me sentia realizada pelo resultado do esforço do meu trabalho, sem esperar nada em troca! Foi então que depois de 9 meses de convivência, "nasceu" um abraço!!! Foi tão impulsivamente, quanto impulsiva é sua maneira de viver. (Talvez só Deus, minha companheira de classe, a Fátima e minha coordenadora pedagógica, Maria José, saibam o quanto significou pra mim este abraço...) Enfim meu menino aprendeu a amar e se deixar ser amado! 

 

Mas o mais importante desta história toda foi o que eu aprendi?
Aprendi que o Amor move sim as montanhas da ignorância, do preconceito e liberta o ser um humano de suas próprias amarras da revolta causada pela incompreensão de si mesmo, resgatando sua auto estima. Só então, depois de ter sido salvo de si mesmo, podemos dizer que este ser é inteiramente responsável por suas escolhas.




sábado, 2 de abril de 2016

Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo


              
           Vou deixar aqui registrado meu primeiro contato com o autismo.

No dia 26/03/2011 o autismo bateu na porta da minha sala de aula, e eu abri pra ele também a porta do meu coração, mesmo assustada, ansiosa e preocupada.
Como toda criança, "aquele" autista tinha nome, Kayke de apenas 5 anos de idade. Uma criança de  estatura grande para sua idade, com movimentos desajeitados e flácidos, ainda usava fraldas, não falava, precisava ser ajudado na hora da alimentação, chorava muito e fugia o tempo todo da classe. Então vou descrever o cenário: uma classe com 33 crianças ditas padrão dentre elas 3 hiper ativas sem laudo e portanto sem acompanhamento de um especialista e mais uma criança autista, todas com 5 anos de idade. Então você pode estar se perguntado? E existia uma auxiliar de classe? E lhe respondo: Não. Somente eu, Deus e anjos da guarda de cada criança. Mas eu podia contar também com a ajuda de mais dois anjos, um era Michely, uma professora substituta. Quando ela não assumia classe na ausência de alguma professora, ficava comigo na classe pra me dar uma ajudinha. O outro  chegou em agosto, uma AVE ( Auxiliar de Vida Especial ), funcionária contrata pela prefeitura de São Paulo pelo Projeto Inclui para auxiliar os alunos deficientes que ainda não possuem autonomia para seus cuidados de higiene pessoal e alimentação. Paula nos ajudava muito cumprindo muito mais do que simplesmente sua função exigia.
Mesmo com a ajuda das companheiras de trabalho, não vou dizer que foi fácil encarar aquela nova situação: tenho um aluno deficiente, ou seja, uma efetiva inclusão na minha sala.  E agora? Se não tenho teoria para efetivar a inclusão, prática então...
A primeira atitude que tive foi acolhê-lo com muito amor, como o faço com todos os novos alunos. Em seguida mergulhei na internet em busca de conhecimento sobre o assunto, enquanto isso na classe uma difícil fase de adaptação: de um lado Kayke em relação a escola, aos colegas e com a professora, e do outro lado da professora com o Kayke e dos amigos com ele também. O mais interessante no início deste processo foi observar que as crianças sabiam que Kayke de alguma forma era diferente, e por isso o tratavam como a um bebê, e que também ninguém estava muito preocupado em saber por que era diferente. Para elas era só mais um amigo que chegava para brincar e para aprender. Em pouco tempo foram percebendo que ele queria se manter afastado e não olhava nunca pra eles, e o que mais lhes chamavam a atenção era o fato de ele não falar! Então foi hora de apresentar André, o personagem autista da Turma da Mônica. 


Em seguida fui introduzindo algumas técnicas de abordagem que aprendi na internet, e as crianças compreenderam o processo, auxiliaram e aprendemos muitas coisas juntos sobre como nos relacionarmos bem com o novo amigo. Uma delas é que o silêncio pode ser uma forma de expressão e de amor. Kayke e eu nos entendíamos através do olhar! Enveredar-me pelo caminho de sua aprendizagem respeitando suas limitações foi a viagem mais emocionante que já fiz na minha carreira.
Posso dizer que conhecer o autismo foi um marco na minha carreira do magistério. Eu sai desta jornada não só uma professora melhor, mas principalmente um ser humano melhor. Meu olhar atualmente é muito mais sensível, e já me ajudou em outras situações em que só a pedagogia não funciona, a sensibilidade faz a diferença. Minha Coordenadora, Maria José, ano passado colocou na sala dos professores uma frase de Deepak Chopra, que me tocou fundo a alma: 


Quando refleti sobre esta frase, tomei compreensão de que eu estava no caminho certo, e tinha feito uma boa escolha. Atualmente estou terminando meu TCC, escolhi uma  pós graduação em Educação Inclusiva - com ênfase em deficiência intelectual. O tema que abordarei será:

AFETIVIDADE: UM OLHAR SENSÍVEL PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

E foi assim que eu aprendi que em matéria de educação (deficiências a parte) para atingir um bom resultado no desenvolvimento do ser, seja em qual estágio da vida for, o meu foco é alma.


 

Dedico este vídeo ao Kayke, que foi para mim um professor muito especial, quem me ensinou a conhecer e respeitar a alma das pessoas, uma experiência que nenhuma faculdade no mundo poderia me oferecer. Que Deus te abençoe meu anjo azul, todos os dias de teu viver!


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A tal expectativa

Há dias estava um tanto triste!

A culpa não é das estrelas, a culpa é da tal expectativa, aquela que todo mundo insiste que a gente deve ignorar para não se decepcionar com as pessoas, as quais gostamos.
Acho que não é bem tristeza o que sinto, é uma necessidade de reflexão... de ponderação! Nesta época do ano, em que as luzes do Natal e a proximidade de um ano novo, cheio de esperança e novas realizações, me leva a um auto exame de consciência.

Penso que tenho conseguido ignorar bem esta tal expectativa.
Desde que vi uma frase sobre este assunto na rede social, fiz uma retrospectiva das minhas principais decepções, e concluí que me decepcionei por que realmente esperei demais dos outros. Desde então, tenho procurado fazer o bem, sem esperar nada em troca; tenho tentado fazer o bem sem olhar a quem... Mas é tão difícil ignorar uma retribuição de carinho de quem a gente ama!!! 

Mas num dado momento percebi que me tornei realmente indiferente a expectativa, porque muitas pessoas por quem tenho muito amor, se mantém por muito tempo afastadas de mim, mas quando me procuram com alguma necessidade afetiva, emocional e até financeira eu sempre estou disposta a ajudar. E antes eu pensava, "só me procuram quando precisam de alguma coisa", e hoje eu penso "se me procuram quando mais precisam é porque sou realmente importante para elas".

Pois é! Com esta estratégia não me decepcionei mais, no entanto tenho que tomar o cuidado para não me tornar indiferente às pessoas que precisam do meu afeto.

Eh! Acho que tenho ignorado o que Jesus ensinou: "Os sãos não precisam de remédio, os doentes é que precisam de tratamento." E... não se pode criar expectativas quanto a quem precisa de ajuda, ainda que um gesto de gratidão não faça mal a ninguém, e só venha a favorecer ainda mais a relação, mas... não posso agir como se fosse obrigatório uma lei do retorno.

Hoje assisti um vídeo do Padre Fábio de Mello, que me ajudou a entender minhas dúvidas quanto a esta tal expectativa. Sobre como buscar ser indiferente a ela, e como isso pode me ajudar a garantir minha felicidade, me sentindo mais livre. Já algum tempo tenho treinado meu olhar, procurando ver as pessoas com outros olhos, e procurando estabelecer minhas relações com base num olhar observador quanto ao que eu que posso doar de mim ao outro, e não o que eu posso receber do outro.   




( adoro as palavras do Padre Fábio de Melo; todos que me conhecem bem sabem que sou espírita kardecista, mas adoro Livres para Adorar e Leonardo Gonçalves também, e agradeço a Deus por todos os caminhos do bem levarem a Ele )

Padre Fábio, me fez refletir sobre esta tal expectativa e me fez enxergar que não estou errada em me proteger da decepção, mas estou errada quando viro as costas para a fragilidade do outro e não o aceito da forma que ele é, isto é falta de indulgência. 





sábado, 10 de outubro de 2015

Sem tantas expectativas




Taí!
Amar é fazer pelo outro o que eu gostaria que fizessem por mim.
Mas agora aprendi que isto deve ser feito sem expectativas de retribuição, porque do contrário vou me decepcionar. Como já me decepcionei tantas vezes!!!
Mas, se a decepção for inevitável, só me restará virar a página; mas só depois de ter colocado um ponto final na história. E então estarei livre para seguir em paz, e recomeçar uma nova história.
Tô me esforçando para colocar amor em tudo que faço, que penso e que sinto, e estou me esforçando ainda mais para fazer da indiferença (sobre a tal expectativa) um hábito.


                         Com amor para mim,
                                                             Lalá

domingo, 9 de agosto de 2015

Feliz dia Dos Pais



Feliz dia dos Pais

Hoje  é dia  de comemorar o Dia dos Pais.
Mas o meu já não se encontra mais neste plano...
Partiu para espiritualidade, 
me deixando lembranças e saudade!

Em sua homenagem dedico este singelo vídeo:
Nele há muitas lembranças de momentos bons!
Percebemos em suas imagens,
que felicidade é o saldo que sobra
daquilo de bom que compartilhamos,
este saldo é a nossa obra.

Quero oferecer aos meu queridos irmãos,
figuras fraternas em minha vida.
São deles hoje que também sinto saudade,
pois sem papai a família, nesta data, está dividida!
Saudade, hoje, é um sentimento que nos separa, 
porque papai ainda nos faz muita falta...


Ao meu querido poeta, amigo e pai,

 Quando aprendi com você, aos 7 anos de idade, cantar Nelson Gonçalves, 
eu não sabia que um dia cantaria pra você com tanta saudade...

com amor, Lalá


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Agora é brincar de viver!

Hoje completo 40 anos!!!

Desde que a Doutrina Espírita entrou na minha vida, aos meus 16 anos, tenho levado ambas muito a sério!
Quando li meu primeiro livro espírita, ditado por André Luiz, psicografado por Chico Xavier, intitulado "Ação  e  Reação", e posteriormente, ouvi em uma palestra que àquele que ignora os princípios do evangelho não é cobrada a responsabilidade como para o outro que os conhece e não os pratica; percebi que tinha assumido uma grande responsabilidade não só com Deus, mas principalmente comigo mesma. A "salvação" da minha alma dependia de mim!!! 

Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo aprendi que minha felicidade não dependia de Deus, nem de Jesus e nem de ninguém. Dependia única e exclusivamente de mim. E que as mazelas do mundo não são injustiça de Deus, mas fruto do mau uso que o livre arbítrio nos proporciona. Ou seja, "o plantio é  facultativo, mas a colheita é obrigatória". Isso significa que se eu optar por plantar vento, não irei colher flores, colherei obrigatoriamente a tempestade. Por isso, é imprescindível que eu saiba usar meu livre arbítrio não só a meu favor, mas em favor daqueles que me cercam. Porque o bom ensino e aprendizagem se dá através do exemplo, Jesus provou isso indiscutivelmente. 

Algumas pessoas muito queridas, me elogiam, e se atrevem a dizer que sou uma pessoa iluminada!
Talvez eu seja, mas não me rendo a vaidade! Não é uma tarefa fácil manter a chama  da Verdade acesa dentro do coração!
Admito que não nasci iluminada! Quando criança era uma menina tímida, orgulhosa e, um tanto, ciumenta. Adolescente, era indignada com as injustiças sociais e não aceitava os dogmas da igreja católica, atribuindo a Deus uma imagem tirana. Mas nunca fui dada a violência, a agressividade ou a discussão. Sempre acreditei que um bom diálogo resolve muitos problemas, e para isto é necessário bons argumentos, e estes só tem quem possui conhecimento, e por isso sou apaixonada pela leitura, pelo diálogo, pela experiência, porque gosto muito de aprender, para me melhorar e melhor ensinar. 

Quando Paulo de Tarso, me apresentou Jesus com toda Sua benevolência, e Deus com toda Sua misericórdia, na obra também psicografada por Chico Xavier, "Paulo e Estevão", ditado pelo espírito Emmanuel, me entreguei de corpo e alma ao estudo do espiritismo,  desenvolvendo minha mediunidade, mergulhando dentro de mim mesma; uma busca pelo auto conhecimento. Durante os estudos deixei aflorar tudo de bom que habita em mim, superando minhas fragilidades pouco a pouco, transformando o tal do "homem velho" no "homem novo". Ainda continuo burilando minha alma! É muito dolorosa esta metamorfose... resignação, abnegação, perdão, paciência... por isso admiro tanto as borboletas! Elas me exemplificam a cada primavera, que me transformar para melhor a cada dia depende de mim, e que esta transformação requer um tempo de isolamento, ou seja, de reflexão, e é uma tarefa que devo realizar por mim mesma, mas é o mundo quem deve se beneficiar de minhas conquistas, ou seja, da beleza de minhas asas... 

A cada etapa da vida, Deus foi me oferecendo oportunidades inusitadas de aprendizado e evolução. As quais alguns costumam chamar de "provas". Mas hoje entendo que desde que me propus a levar a sério minha mediunidade e oferecer de mim o meu melhor a quem estiver ao meu lado, sempre tive meu caminho abençoado, e as coisas que desejei sempre me vieram muito fáceis. De vez em quando me perguntava quando Deus iria me pedir para prestar contas por tanta bondade? 

Então hoje, conquistados meus quarenta anos, percebo que as provas vieram sucessivamente, em todas as etapas da minha vida, e se eu não as percebi de pronto, somente depois de transpô-las, isso não significa que Deus foi mais generoso comigo do que com os outros. O que fez as coisas parecerem mais fáceis foi o fato de que eu apenas aprendi a ter fé em todos os momentos da vida. 

Hoje estou aqui feliz e muito grata a Deus pelas oportunidades, que me impulsionam na marcha da evolução... Grata a Jesus pelos ensinamentos que me fortalecem... E muito grata ao meu anjo guardiã pela paciência e pelo colo de sempre!!! Quero agradecê-los pela família enorme e amorosa, pelos pais honrosos, irmãos fraternos, um marido companheiro, filhos maravilhosos, um lar harmonioso, um trabalho que me dignifica e amigos que me alegram a caminhada. 

E se alguém ainda tem dúvidas que só o amor constrói coisas boas! 
Experimente dar aos outros aquilo que você deseja que eles lhes dessem, independentemente, se irão corresponder as tuas expectativas, ou não. Na maioria das vezes, uma prece é tudo que alguém necessita para superar seus temores, e você pode ser a luz a lhe indicar o caminho renovador. O bem que fazemos nos retorna sempre!  Por caminhos que, às vezes, só Deus os conhece. Quando se trata de fazer o bem, o lema é não desanimar jamais, cansaço é uma predisposição ao ócio e não combina com os exemplos de Jesus. Quando fazemos a nossa parte, o universo conspira sempre a nosso favor!

Agora, se é certo que dizem, que a vida começa aos quarenta?
E que criança aprende brincando?
Para que eu nunca envelheça, daqui pra frente, "agora é brincar de viver"...
A minha história nunca terá fim... porque pra vida eu respondo sempre: - Sim!
Aprendi "a arte de sorrir a cada vez que o mundo diz: - Não.
Eu desejo amar a todos que eu cruzar pelo meu caminho. E como eu sou feliz, quero ver feliz quem andar comigo...
Vem! 
Agora é brincar de viver!"








quarta-feira, 8 de julho de 2015

"A fé não costuma faiar"

Eu sempre me senti agraciada na vida. As coisas para mim pareciam chegar muito fácil, e sempre da maneira que eu desejava. Então vivia me perguntando quando chegaria a época em que Deus me pediria contas de sua bondade e generosidade. Quando realmente chegariam as provas difíceis de minha vida, as que eu via todos a minha volta, às vezes, sucumbir!
 Mas minha mãe sempre me ensinou a ter fé, e meu pai sempre me ensinou a manter o pensamento positivo, ferramentas poderosas na construção do bem.

Hoje quero muito agradecer a Deus, por tanto amor e generosidade...

Observo que de tempos em tempos a provas se sucedem... Mas no momento não as percebo como provas, apenas depois de tê-las superado com fé e confiança. 

Desta última vez, parece até que despejaram um caminhão de pedras no meu caminho. Comecei a tarefa de removê-las a princípio com as mãos, em seguida me ofereceram uma pá, e de repente surgiu um trator e me facilitou a remoção de todas por completo. Ou seja, com fé, pensamento positivo e amor a vitória não costuma falhar. Não significa que será fácil o trabalho, mas no final vale a pena não ter desanimado!

Deus se faz presente em minha vida, quando surgem, "ao acaso", pessoas generosas no meu caminho iluminando-o. A caminhada é sempre mais fácil com luz!!! E esta luz eu procuro compartilhar com todos que cruzam meu caminho em processos de dificuldades, de aprendizagens, de lutas e resignação. Nem que seja apenas oferecendo uma prece! É assim que se fortalece a corrente do bem. É assim, que eu vivo, aprendo e evoluo.